Aum ॐ Meu Recanto de Paz: Maio 2010

ॐ Amigos, sejam muito BEM VINDOS!! ♥

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O Poder da Palavra


Existe um poder imenso nas palavras faladas, mas poucos têm consciência dele. As palavras devem ser consideradas os alicerces daquilo que construímos na vida. Usamos palavras o tempo todo e raramente pensamos no que dizemos e como falamos. Como prestamos pouca atenção a nossa escolha de palavras, a maioria de nós fala muito com negativas...
Lembre-se sempre: existe poder em suas palavras. O poder vem quando você assume a responsabilidade por sua vida...E para ser responsável por sua vida, você tem de ser responsável pelas palavras que saem de sua boca. As palavras e frases que você emite são extensões de seus pensamentos.
Portanto, comece a prestar atenção ao que você diz. Se estiver usando palavras negativas ou limitadoras, modifique-as...
Quando estiver com outras pessoas, preste atenção ao que elas dizem e ao modo como falam. Veja se é capaz de associar o que disseram às situações que elas estão vivendo. Repare que muita gente vive na base do "eu deveria"... São pessoas que ficam imaginando porque não conseguem sair de situações desagradáveis. O fato é que elas querem controlar coisas que não podem controlar...
Outra expressão que precisa ser removida da fala e pensamento é "tenho de".
Conseguir isso é aliviar muito a pressão que impõe a você mesmo ao usar essa expressão... Em vez disso, comece a falar "escolho"...
A palavra escolher pode dar uma perspectiva completamente diferente a sua vida.
Lembre-se sempre que tudo o que você faz é por escolha, mesmo que não lhe pareça...
Quer saber o que você anda pensando e como tem falado? Então faça um pequeno exercício.
Coloque um gravador perto de seu telefone e ligue-o sempre que der ou receber uma chamada. Quando a fita estiver totalmente gravada dos dois lados, ouça o que você disse e que palavras usou. Provavelmente você ficará chocado.
A partir daí, comece a prestar atenção às palavras que costuma usar e em sua inflexão de voz. Se perceber que repete a mesma expressão três ou mais vezes, anote-a; isso é um de seus padrões de pensamento. Alguns desses padrões serão positivos e capazes de lhe proporcionar apoio, mas certamente você encontrará alguns muito negativos que só o estão prejudicando.


"Autor desconhecido"

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Amor - Perdão


A injustiça de qualquer natureza é sempre uma agressão à ordem natural que deve viger em toda a parte, especialmente no homem que, por instinto, defende-se antes de ser agredido, arma-se temendo ser assaltado, fica à espreita em atitude defensiva...Tudo quanto lhe constitui ameaça real ou imaginária torna-se-lhe temerário e, por mecanismo de defesa, experimenta as reações fisiológicas específicas que decorrem das expectativas psicológicas.
A criatura humana, portanto, convive com esses estados emocionais que se alternam de acordo com as ocorrências, e que se podem transformar em transtornos desesperadores tais o ódio, o pânico, a mágoa enfermiça.
A mágoa ou ressentimento, segundo estudos, instala-se nos sentimentos em razão do Self encontrar-se envolto por sub-personalidades, que são as qualidades morais inferiores, aquelas herdadas das experiências primárias do processo evolutivo, tais a inveja, o ciúme, a perversidade, a insatisfação, o medo, a raiva, a ira, o ódio, etc.
Quando alguém emite uma onda inferior - sub-personalidade - a mesma sincroniza com uma faixa equivalente que se encontra naquele contra quem é direcionada a vibração, estabelecendo-se um contato infeliz, que provoca idêntica reação. A partir daí estabelece-se a luta com enfrentamentos contínuos, que resultam em danos para ambos os litigantes, que passam a experimentar debilidade nas suas resistências da saúde física, emocional, psíquica, econômica, social... Naturalmente, porque a alteração do comportamento se reflete na sua existência humana.
Sentindo-se ofendido, injustiçado, o outro, que se supõe vítima, acumula o ressentimento e cultiva-o, como recurso justo para descarregar o sofrimento que lhe está sendo imposto. Essa atitude pode ser comparada à condução de "uma brasa para ser atirada no adversário que, apesar disso, enquanto não é lançada queima a mão daquele que a carrega".
O ressentimento, por isso mesmo, é desequilíbrio da emoção, que passa a atitude infeliz, profundamente infantil, qual a de querer vingar-se, embora sofrendo os danos demorados que mantém esse estado até quando surja a oportunidade. O amor, porém, proporciona a transformação das sub-personalidades em super-personalidades, o que impede a sintonia com os petardos inferiores que lhes sejam disparados.
Toda vez que é gerada uma situação de antagonismo entre os indivíduos, as sub-personalidades se enfrentam, distendendo ondas de violência que encontram guarida no campo equivalente da pessoa objetivada. Sob o direcionamento do amor, a sub-personalidade tende a adquirir valores que a irão transformar em sentimentos elevados - super-personalidades - anulando, lentamente, a sombra, o lado mau do indivíduo, criando campo para o perdão.
Não revidar o mal pelo mal é forma de amar, concedendo o direito de ser enfermo àquele que se transforma em agressor, que se compraz em afligir e perturbar.
O homem maduro psicologicamente é saudável, por isso, ama-se e perdoa-se quando se surpreende em erro, pois que percebe não ser especial ou alguém irretorquível. Compreendendo que o trabalho de elevação se dá mediante as experiências de erros e de acertos, proporciona-se tolerância, nunca porém sendo complacente com esses equívocos, a ponto de os não querer corrigir. É atitude de sabedoria perdoar-se e perdoar, porquanto a conquista dos valores éticos é conseqüência natural do equilíbrio emocional, patamar de segurança para a aquisição da plenitude. O amor é força irradiante que vence as distonias da violência vigente no primarismo humano, gerador das sub-personalidades.
Amor é saúde que se expande, tornando-se vitalidade que sustenta os ideais, fomenta o progresso e desenvolve os valores elevados que devem caracterizar a criatura humana. O amor completa o ser, auxiliando-o na auto-superação de problemas que perdem o significado ante a sua grandeza.
Enquanto viger nos sentimentos, não haverá lugar para os resíduos enfermiços das sub-personalidades, que se transformarão em claridade psicológica, avançando para os níveis superiores do sentimento, quando a auto-realização conseguirá perdoar a tudo e a todos, forma única de viver em plenitude.

Joana de Ângelis – Psicografado por Divaldo franco

terça-feira, 11 de maio de 2010

Paradoxo do nosso tempo


Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Bebemos muito, gastamos sem critérios. Dirigimos excessivamente rápido, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados. Lemos muito pouco, assistimos TV em demasia, perdemos muito tempo em relações virtuais, mas raramente estamos com quem amamos.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não o nosso próprio espaço interior.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Nos informamos mais, mas aprendemos menos. Planejamos muito, mas realizamos pouco. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do "fast-food" e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viágens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um tempo de muita coisa na vitrine e muito pouco na cabeça.
Então, dê a volta por cima, esquive-se da mediocridade. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Um beijo e um abraço, quando vêm de lá de dentro, curam a dor. Por isso, valorize sua família, seus amigos, a pessoa que te ama, e aquelas que estão sempre ao seu lado. Faça da vida uma experiência divina e não um objeto de consumo.


Texto de "George Carlin", do jornal "Bem Estar"

sábado, 8 de maio de 2010

O Sucesso e suas Patologias


Esta é a maior calamidade que já aconteceu à humanidade: a idéia de sucesso, de que você tem que obter sucesso a qualquer custo, de qualquer maneira.
Todas as culturas e todas as religiões te condicionam a sentir-se negativo a respeito de si mesmo. Nenhuma pessoa é amada ou apreciada por ela mesma. Você é solicitado a provar se tem algum valor: ganhe medalhas de ouro nas competições esportivas, obtenha sucesso, dinheiro, poder, prestígio, respeitabilidade. Prove seu valor! Seu valor não é intrínseco; foi isso que lhe ensinaram. Seu valor tem que ser provado. A idéia de sucesso o tortura. E sucesso significa que você tem que competir, lutar - por meios lícitos ou condenáveis, não importa. Quando obtém sucesso tudo fica bem. O ponto-chave é o sucesso, mesmo se o alcançar por meios condenáveis. Após obtê-lo, tudo o que fez é aceitável. O sucesso altera a qualidade de todos os seus atos. O sucesso transforma meios ruins em meios bons.
Todos estão sofrendo e se sentindo inferiores. Mas ninguém é inferior e ninguém é superior, porque cada indivíduo é único - nenhuma comparação é possível. Você é simplesmente você, e não pode ser outra pessoa. E também não há necessidade. Não precisa tornar- se famoso, ser um sucesso aos olhos do mundo. Todas essas idéias são tolas.
Você só precisa ser criativo, carinhoso, consciente, meditativo... se sentir a poesia surgindo em seu interior, escreva-a para si mesma, para seu marido, para seus filhos, para seus amigos - e esqueça-se de tudo o mais! Cante sua canção e, se ninguém ouví-la, cante-a sozinho e a aprecie! Dirija-se às árvores e elas aplaudirão e apreciarão...
Você tem um sentimento negativo em relação a si mesmo porque o ensinaram a sentir-se assim. Se você julga que tem valor como é, também julgará que outras pessoas têm valor da mesma maneira como são. Perfeição é neurose.
Foram-lhe transmitidos tantos ideais e metas - ideais de perfeição - que você sempre julga não estar à altura. E os ideais são totalmente impossíveis de atingir. Você não consegue atingí-los; não há possibilidade de alcançá- los. Portanto, você nunca estará à altura. Ser perfeccionista é ser um neurótico. E a todos nós foi dito para sermos perfeitos. Imperfeição significa a possibilidade de crescer.  Aceite sua imperfeição e a idéia de ser negativo em relação a si mesmo desaparecerá. Aceite seu estado atual e não o compare com alguma perfeição futura, algum ideal futuro. Não pense em como você deveria ser! Essa é a raiz de toda patologia - desista disso. Você existe do modo como é hoje e amanhã pode ser diferente. Minha abordagem não é a perfeição, mas a totalidade. Viva o momento que se encontra totalmente disponível para você e o próximo momento nascerá dele. Jesus disse: "não pense no amanhã e olhe os lírios no campo! Como são belos." E qual é o segredo dos lírios formosos? O segredo é simples: eles não pensam no amanhã, eles nada sabem sobre o futuro. O amanhã não existe. Este dia se basta; este momento se basta. E seu sentimento de negatividade a seu respeito desaparecerá.

Extraído do Livro "Osho - Meditação para pessoas ocupadas".

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