Aum ॐ Meu Recanto de Paz: Janeiro 2010

ॐ Amigos, sejam muito BEM VINDOS!! ♥

sábado, 23 de janeiro de 2010

Todos pela Paz



                                

É inacreditável pensar que para muitas pessoas a palavra paz seja algo abstrato, meramente discursivo. Conquistar a paz é um ideal de todos os seres humanos, mas ela não se resume apenas na ausência de guerras e conflitos.
É algo muito mais pessoal e subjetivo do que podemos imaginar, e sem sua manifestação individual, a paz coletiva se torna cada vez mais difícil. Como alcançar um estado de paz quando vivemos rodeados de notícias alarmantes e tragédias cotidianas que são, aliás, a demonstração mais evidente da ausência de paz nos corações?
De fato, nos dias em que vivemos não é fácil obter silêncio, recolhimento e quietude para experimentar a paz. Mas ela pode, sim, ser alcançada com determinação e vontade.
Se estivermos plenamente conscientes de que a paz não é uma dádiva, mas uma conquista, poderemos então acessar um novo estado de consciência, uma atenção permanente sobre nossos próprios humores e sentimentos, que pode nos levar a vivenciar cada vez mais esta energia.
Quanto mais precocemente iniciarmos essa tarefa, maiores serão as chances de que as novas gerações desenvolvam o cultivo da paz. Mas de nada adiantam belos discursos sem uma demonstração prática, em todas as situações de nosso cotidiano, de que somos defensores da paz. O exemplo ainda continua sendo o método mais eficaz de educação que podemos utilizar.
Precisamos decidir, a cada momento, se reagiremos a uma provocação com violência ou nos manteremos centrados e em sintonia com nosso verdadeiro eu, aquele que não se importa em ter sempre razão ou com a opinião que outros possam ter a seu respeito.
A auto-observação permanente é a única forma de combater a reação emocional instintiva, que nos impele para os atos inconscientes de violência, dos quais certamente iremos nos arrepender.
A paz social deve nascer primeiro no indivíduo, do amadurecimento da personalidade humana e também da tolerância e da capacidade de amar a si mesmo, aos outros e ao que lhe é diferente.
E vejam bem, amar o diferente não quer dizer necessariamente concordar com ele, e quando ele está em erro não quer dizer também ser cúmplice dos erros dele.
Você pode não concordar e não escolher para você a atitude ou as idéias de um certo alguém, achar até mesmo que do seu ponto de vista ele está errado, mas não precisa escolher não gostar dessa pessoa, por não concordar com ela.
Ressaltando que aquele que erra, principalmente contra o bem estar da sociedade, precisa ser reeducado, mas não pelo ódio social, que não tem poder educador.
Podemos pensar em alguns instrumentos do bem para essa re-educação: como o trabalho, a arte, a espiritualização, os esportes e o contato com a natureza. E também uma reeducação social, onde as bases sejam os valores éticos.
Seja você a paz que deseja encontrar no mundo.
Compartilhe da sua gentileza, boa vontade, tolerância, paciência, amabilidade e respeito com as pessoas com quem convive.
A paz é o resultado de um exercício diário de quem ousa amar.


Texto de "Elisabeth Cavalcante", site "Somos Todos Um"

sábado, 9 de janeiro de 2010

Como anda seu Arquivo Mental?





Com que tipo de informações você alimenta o seu arquivo mental?
Se ainda não havia pensado nisso, vale a pena meditar sobre o assunto, pois é de sua bagagem mental que depende a sua paz íntima.
Quando você abre o jornal, logo cedo, o que você costuma buscar primeiro? As boas notícias, a página policial, os esportes?
Se chega a uma sala de espera e percebe sobre a mesa vários tipos de revistas, qual delas você escolhe?
Ao ligar a TV, que tipo de programação assiste?
Ao navegar pela internet, quais os assuntos de sua preferência?
Dos acontecimentos diários, das cenas que presencia, das paisagens que vê, o que você costuma observar com mais atenção e guardar no seu arquivo mental?
Talvez isso lhe pareça sem importância, mas, na verdade, de tudo isso dependem as suas atitudes, as suas emoções, a sua vida.
Como você é o que pensa e sente, todas as suas reações dependem das informações que acumula no dia-a-dia.
Se costuma guardar sempre a parte boa, positiva, nobre, quando alguma situação lhe toma de assalto, irá agir com lucidez, tranqüilidade e nobreza.
Mas, se ao contrário, procura alimentar sua mente com as desgraças, os fatos negativos, os desequilíbrios e as desarmonias humanas, terá uma reação correspondente ao seu ambiente mental.
Assim, se deseja manter, em qualquer situação, a harmonia íntima, é saudável buscar alimentação condizente com seus propósitos.
Quando abrir o jornal, busque alguma coisa que lhe ofereça leitura agradável, sadia.
Se você pode escolher entre várias revistas, opte por aquela que lhe possibilite reflexões nobres, que lhe enriqueça os conhecimentos acerca da vida.
Se tem tempo para navegar pela internet, não se detenha nas páginas de teor deprimente ou conteúdo duvidoso. Não faça de seus arquivos mentais uma lixeira.
Busque deter-se nas melhores imagens que compõem a paisagem por onde passa.
Pense que os problemas existem, que as misérias humanas são uma realidade, que os fatos deprimentes poluem a Terra.
Mas considere também que, se você não pode mudar uma situação, não há motivo para carregá-la em seu arquivo mental.
Por essa razão, busque sempre a melhor parte.
Ao levantar-se pela manhã, olhe a sua volta o que tem de melhor.
Observe o amanhecer, as cores que a natureza traz, as paisagens que o dia lhe oferece.
Contemple a lua, mesmo sabendo que sob o luar existe a violência, a injustiça, a dor...
Admire o pôr do sol, ainda que tema os perigos que surgem com a escuridão.
Observe com atenção o inverno, mesmo que a paisagem não lhe pareça agradável, pois é a vida que dorme para surgir, ainda mais exuberante, com a primavera.
Detenha-se um pouco para observar o sorriso de uma criança, mesmo que o descaso com a infância seja uma realidade.
Agindo assim, ao final de cada dia você terá uma boa razão para agradecer pelas oportunidades vividas.
Texto extraído do site "Momento Espírita"


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Solidariedade


Solidariedade, amigos, não se agradece, comemora-se! (Betinho)
A frase de Betinho nos ensina a mais bela forma de nos relacionarmos socialmente: SENDO SOLIDÁRIOS! Quando entendemos que solidariedade não é caridade, abrimos um caminho à UNIDADE através da amizade. Despertamos para valores como amor, paz, liberdade, harmonia entre as diferenças, e mais que isso, compreendemos o que é respeito.
Solidariedade é a capacidade de compartilhar dos sofrimentos de outras pessoas. É o estado primordial do ser iluminado; não é vista como algo a ser construído ou conseguido, mas sim, como existente nos corações puros desde o início dos tempos.
Para compreender este estado não necessitamos de conhecimentos intelectuais ou culturais.
Pensando na solidariedade, criamos esta realidade.
Pensando na fraternidade universal dos seres humanos, trazemos a LUZ para o crescimento espiritual que trará a Unidade Divina ao nosso mundo.
Nos últimos tempos, é bem visível a escassez do sentimento de solidariedade entre as pessoas. O homem está tão envolvido, apenas e simplesmente, com os seus problemas e as suas necessidades básicas, que não deixa mais sobrar tempo para o próximo. Os vizinhos quase não se conhecem. Parece que todos preferem viver em total anonimato. Um simples "bom-dia" nas grandes cidades virou artigo de luxo. E o pior nisso tudo é que passou a ser comum. A luta do dia-a-dia tornou as pessoas frias e calculistas. O que se vê é uma grande massa correndo pela sobrevivência. Pior que isso: todos vivem a frieza da competição, esquecendo o lado espiritual.
O momento presente é o momento da compreensão de que todos somos irmãos e que cada um de nós depende do outro. Um momento de solidariedade. Sozinhos, não somos nada! É muito difícil uma pessoa viver sem outro ser humano.
Quantas pessoas entraram em nossas vidas para nos ensinar a dividir, crescer e aprender. Trouxeram para nós a experiência. Quase sempre nos ensinaram algo que nunca fizemos. Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos que devemos ser humildes, com as carinhosas e atenciosas aprendemos a ter gratidão, com as duras de coração aprendemos a perdoar. Umas se mudaram e nunca mais as vimos, mas a doce lembrança permaneceu. Outras partiram deste mundo, mas a sua lição ficou registrada e a saudade nos faz lembrar delas.
Agradeça a Deus por existirem pessoas no mundo. Pessoas diferentes de você, com outras religiões, culturas e sistema social. Agradeça a Deus simplesmente por elas estarem habitando o mesmo planeta que você. Agradeça por saber que todas elas provêm do mesmo lugar, do mesmo Pai.
Ninguém nesse mundo compreendeu tanto o ser humano e foi tão solidário às pessoas quanto Jesus. Ensinou-nos a repartir o pão. Mostrou-nos como devemos ser solidários aos mais fracos e oprimidos e a amar incondicionalmente.
Aproveite este novo ano para compreender que o amor está no ar e que, a partir de agora, a parte material nada mais vale. O mundo materialista está acabando. Passe a dizer mais palavras de confiança e de esperança para os outros. Estenda as suas mãos para quem delas precisem. O seu colo para quem dele necessite. O seu amor para todos, pois todos nós gostamos de ser amados.
Feche a sua boca para que dela não saiam mais palavras cruéis. Controle o seu pensamento para deixar as energias negativas de fora e... simplesmente, veja a vida com olhos diferentes. Olhos que te oferecerão um colorido antes nunca imaginado. A união de todos os povos. A solidariedade.
"Autor Desconhecido"

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